A genética (herodologia) é a parte da biologia que estuda a hereditariedade, ou seja, a transmissão dos caracteres hereditários; tese cientifica, e ponto final.
Como na lei da física do meu indoutismo acadêmico os contrários se atraem e os iguais se repelem, ou não? Mas que no canibalismo desse laboratório químico da sodomia, funde-se ou confunde macho com fêmea, forjando uma gomorra, contrariando a biologia que órgão excretor é genitália sexual. Com a palavra a família do Noé que não soltou a franga da animaria nem os veados da anomalia “franqueando” a entrada outrora na arca, e conseqüentemente sem passaporte ao céu; mas no meu saudosismo da tropicália soy louco por ti Amélia, essa sim, era mulher de verdade, enveredada por um pau pra toda obra, uma Maria batalhão, fundia e não confundia ao se deliciar com o que a sua Luzia ia fazer atrás da horta, sem se preocupar com os Pepeus Gomes, explorando nos disfarces da canção o seu lado feminino, e ao filosofar, o homem e produto do meio das sua tendências Afrodite, efemina mesmo. Daí o Gilberto e a Preta que é Gil nesse amor colorido da aparição nos meios artísticos de comunicação travou uma luta de capoeira entre os desiguais, não foge da raia em seus modos operandi em dizeres que ser diferentes é normal, cria-se um ponto de interrogação pra ciência.
Estou muito preocupado com os novembros azuis, percebo muita gente nessa iniciação da insinuação artisticamente querendo modificar o anuário em um so azul, no novembro do seu calendário, o que tem levado muito home-me numa viagem as nuvens, enquanto o outubro rosa os mastologistas com seu jalecos branco, que parece mais um picolé de coco enfiado num palito, friamente só falam em mama das mulheres como se não conhecesse outra fisiologia; por não menos os nossos urologista, macumunados com os proctologistas, uma múmias paralíticas, que só foca o traseiro masculino, já começa seu ritual abrupto calçando uma luva como se fora algo a enfiar o pé, daí com a doença do gigantismo do suposto “dedo médio”, vazelinado num giro de trezentos e sessenta graus, vêem com o tato o que a gente não percebe com os olhos, pelo menos no meu caso o dedômetro penetra por onde astronautas nenhum pousou, e olha que nessa hora muitos dançam o vira-vira do Ney que nesse Mato Grosso decolam, vão as nuvens ao ver estrelas, pegam uma carona e vão parar no mundo da lua, que aluados nesse estrelar, como foguete que pra subir recebe fogo por trás, entram em órbita, se sente leves, flutuando e vezeiros não querem mais sair desse espaço cideral; tanto quando de volta ao seu suposto estado normal, pousa na Terra sorridentes, como produto do meio ambiente em que vivem, andam cadenciados molejantes dada “despressurização”, falam com a língua entre os dentes, pronunciam seus dediques diferenciados, ao encontro dos amigos e familiares que no afan do efeminismo dada delicadeza, se atira nos braços da mamãe dizendo, cheguay! Amor de mãe incondiciona que no cardápio da vida engole (sapos e rãs), daí estupefata retribui, seja bem vinda meu amor!
Euélio Rios
Cronista cômico, nem menor nem maior












seu escrito é só pornigrafia sr EUlio, que isso?