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euélio riosA falta de atenção e do diálogo na família têm causado silenciosos conflitos e bloqueio mental, pois pais estão trocando a educação, dando autonomia aos filhos com recursos tecnológicos sem limites, se consumindo sem reflexões com ideias mais absurdas iniciando um beco sem saída na desconstrução da célula mater da sociedade “ainda” denominada família. Como pimenta no zoio dos outros não e colírio, então quem haverá de salvar, abrindo os olhos dessa geração apimentada ardilosa tecnologicamente se o contexto ético e moral, permeia os caminhos obscuros dessa caixa preta planetária dita internet?

“Quando a falta do afago, o tocar de pele tem nos distanciado, mesmo ajuntados, nessa “conveniência” como robot humano quais desconhecem, são desconectados da existência dos sentidos sensoriais, levando os filhos a “seres” cibernéticos como extraterrestres a invadirem o planeta de sua terrinha na busca de um novo lar chamado mundinho internáutico: com desejo de ver nossos filhos crescidos, estamos vestindo-lhes como anõezinhos cibernéticos, numa nefasta viagem com a roupagem maior que o corpo com braços longe do alcance orbital do padrão, se não moral, ideal, pois quanto mais os nutrimos com alimentos da fantasia, também chamados tecnologia, são fadados a ficarem ensimesmados insensíveis rechonchudos como bonachões androides robotizados travados em seus linguajares um precipício ao sedentarismo social como mal do século, muitas vezes irreversível pela agigantada e desvelar irresponsabilidade patriarcal, que não apagará da conta os inúmeros filhos putativos, órfãos de pais vivos que póstumos são entregues aos guetos” corrompidos dos bons costumes sociais dentro do próprio “lar”, muitas vezes separados entre as paredes do abandono, uma rejeição silenciosa na desconstrução familiar.

Essa é a turminha futuróloga do Brasil colocada no pedestal do orgulho paternal como os melhores no uso da tecnologia são ao mesmo tempo desestimulados pelo mal do “lé” bibliotecário, causador dos atrofiamentos no cérebro, “paranóia” e nos artelhos das mãos, perdendo o tato livrório em suas falanges que frenéticos no teclar, defronte as telinhas cibernéticas não absorvem o verdadeiro “lé” dos conteúdos nas paginas dos desprezados livros e didáticos, tendo como custo maior, não as mensalidades escolares mais a do analfabetismo também técnico, científico, pátrio, literário, gramatical e matemático de um Brasil que em tudo precisa crescer e não só em futilidades tecnológicas tais, já são diplomados ano por ano em não desenvolverem uma redação do Enem, pois nisso, são desconectados, perdendo um dos Presentes como incentivo do governo Federal, desperdiçados por serem filhos androides cibernéticos gerados de pais internautas, espermados roboticamente nanicos, ovulados por mães pigméias mentais, que não impuseram limites retratados em uma vida prática afável, na construção de privacidades como forma de intimidade chamando para si a ensiná-los a avaliar situações de riscos ao se protegerem enquanto andam com suas próprias pernas, porque só assim, os jovens terão respostas inteligentes quando chamados a servir a sociedade, ausentes de pais robóticos, internautas desumanos, pra lá de BAGDÁ.

Euélio Rios
Alunato na academia iletrada

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2 comentários em “ROBOT HUMANO “GERA” FILHOS CIBERNÉTICOS”

  1. uma boa análise sobre o mundo tecnológico, verdade seja dita, hoje as pessoas preferem mais co contato virtual, do que, pessoal mente.Prabéns Rios, pelo texto.

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