Compendiando o meu prefaciar como filho anuindo, cônscio no exercício das honras de vida, busco exaltar esse ser inebriante de amor, que aprouve Deus maternar, a ser chamada de Mãe! minha Mãe! quantos rabiscos fiz ao desaguar com os olhos lacrimados, esvaído do tinteiro do meu coração a originar esse grafismo tantas vezes retomados, reescritos com a penada da emoção. Falar de você minha Mãe! é muito fácil, difícil e recorrer a gramática, ao dicionário e não achar adjetivos “palpáveis” ou substantivos que possam substanciar, materializar você minha Mãe! sublimidade, coroa da criação de Deus que no seu incomum, anda, flutua na certeza do privilégio do ser mulher, um beneplácito dom divinal atributo de Mãe! minha Mãe! na lápide carnosa, venosa, sempre hei de reescrever você quanto vida nesse epitáfio das paredes latentes do meu coração.
Você me ensinou a andar nutrindo minha aljava com as armas do saber onde as réguas e compassos foram ferramentas usuais, flechas certeiras a não me levar a caminhos tortuosos mesmo quando “só” pisando ao pó das sinuosas estradas deixando as pegadas da vida. Você Mãe! me ensinou as primeiras letras da bíblia e firmado nessa redige, quantos pedregulhos pisei, quanto espinho peguei e o Espírito Santo de Deus (*) paracleto, consolador, substituto me guiou as verdades moldando meu caráter porque nessas horas eu flutuava como se estivesse em você; mas daí então conduzido pelos braços de Deus na pessoa de Cristo tal qual sua crença ao ensinar-me a desenvolver minha fé! minha Mãe! muitas vezes doeu e doe em mim a sua ausência em que substituo pelas “fantasias”.
Enquanto ao meu querer em desvencilhar a dor, procurei fazer de você minha Mãe! um poema ou poesia decantada de amor, pois tu és cetro do poder de Deus que rege minha alegria, pois longe meus olhos se perdem em você, fazendo chorar a alma do meu coração, que também inebriado de amor se desmantela, em fazer poema ou poesia com o exalar do teu perfume de flor do ser Mãe! sendo assim, o surrealismo que extasia e apraz minha anuente fantasia! olha minha Mãe! fala pra Papai do céu que você está me (nos) fazendo muita falta, muito embora usufruindo dos (*) atributos do Espírito Santo, mas era só você minha Mãe! que sabia fritar ovos na manteiga sem quebrar as gemas, também com suas mãos trêmulas, calosas, mas afáveis, dóceis ímpar, sabia esfarinhar goma numa caçarola quente a fazer beiju “só” pra mim; Colo! colo então, tentei substituir por os de outras mulheres em matrimônio, mas todos foram eivados de interesses espúrio.
Ah minha Mãe! aqui na terra tá muito difícil sem você, muito embora, seus netos juntos a mim, retratam identificam você! tem mais: independente da ausência das suas guloseimas aguardo esperançoso por Papai do céu me chamar pra estarmos juntos de novo. Beijos, te amo minha espirituosa Mãe!
Euélio Rios












Felicidades para todas as mães, parabens mamae
Parabéns todas as mamaes do Brasil, que a felicidade estaja ao aldo de cada uma deles, mães que nos deram carinho e amor
Lindo texto, capaz de introduzir algo muito profundo, de ser mãe, sendo assim, o autor com está obra prima, brilha, todos e todas , com está reflexão linda demais, parabéns amigo.
Por sim, não há como esquecer o jardim, prefácio de uma casa, à Rua Ubaíra, que nos reporta a infância, que por mais que humilde, ao lado de sua existência, a qual impar, permitia-nos o afago de uma mãe…
Parabéns as mães, mulheres, que lutadoras como minha avó nos privilégiaram ou nos homenageiam todos os dias…
Obrigado meu Tio pela deferência…!
Por sim, não há como esquecer o jardim, prefácio de uma casa, à Rua Ubaíra, que nos reporta a infância, que por mais que humilde, ao lado de sua existência, a qual impar, permitia-nos o afago de uma mãe…
Parabéns as mães, mulheres, que lutadoras como minha avó nos privilégiaram ou nos homenageiam todos os dias…
Obrigado meu Tio pela deferência…!