Pular para o conteúdo
Traduções
YouTube Playlist Embed

euélio riosNas minhas viagens linguísticas até divago nos devaneios da utopia, pegando carona nesse trem gramatical do ler e escrever, abrindo a visão chego a estação do que e factível e tudo se torna real; é como trazer lubrificação mental para os nossos neurônios a incitar a hipófise ao rumo das habilidades a sairmos do comodismo do agir sem pensar a matar a memória.

Como ser pensador valorizo a minha existência abastecido do combustível do intelecto, a que me transporte nesse veículo do reconhecer para que eu, “nos” cheguemos a algum lugar ora, no que me proponho, convicto de que cegos são os analfabetos por conveniência em não querer enxergar na sua insensatez míope, partidários facciosos quando não fazem a leitura visionária dos fatos reais, o que em linhas “GERAIS” me solidarizo com a família e parabenizo ao pensante José Carlos Moura que ainda em vida brilhantemente anteviu essa homenagem que nas “GERAIS” das olimpíadas da vida, foram os anéis mas ficaram nos anais da nossa memória os dedos como lauréis a segurar, apontando o troféu da sua história que em “GERAIS” não morreu.

O sábio Salomão nos remete a reflexão; melhor é ir a casa onde há luto do que ir a casa onde há banquete “folguedo”, pois no luto se vê o fim de todos bastando aos vivos tomar o funeral como consideração, porque na casa do luto estará os sábios, em quanto os dissolutos tolos sem reflexão, seu coração está nos folguedos, festejos de uma passageira alegria; firmamo-nos nesses fatos, de que por esse processo, retornaremos ao pó como um destino da raça humana, onde na olimpíada rumo ao túmulo, venceremos a morte através de Cristo, como uma tocha acesa ressuscitaremos, visto Ele e como prêmio, receberemos uma coroa imarcescível uma chama que não mais se apaga, uma Pira pra vida eterna: estivemos na iminência do folguedo junino não acontecer, posto que a justeza nas limitações, uma festa que perdeu o brilho e a identidade cultural, das fogueiras compadre e comadre, o assar do milho e batata, licores e tantos regalos, guloseimas típicas e com seus trajes simples da época em que as pessoas através de uma senha, São João passou aí? passou! adentravam aos lares e aconchegados eram todos uma só família.

Os tempos mudaram, o santo João se profissionalizou, saiu dos lares e politicamente se partidarizou em espaços públicos, uma festa de custo elevado onde perdemos a inocência da essência cultural da política humanizada da boa vizinhança, onde hoje, se não houver “tais” atrações, matam, morrem politicamente para os anseios das “tais” como folguedo desumano dos opositores “urubus” mortiços exigentes sem ter o santo João em devoção; diante da ceifa, perda de tantas vidas nos últimos dias, uma festa ausente do pensar humano, sugere uma comoção de pesar, uma exigência onde morre a memória a nos remeter a uma desolação climática, falta de chuvas uma secura própria de funeral, um luto quando matamos sem “cerimônia” não tão só, a outrora santa mãe natureza, degustando e folgando dos seus frutos com os banquetes sem pensar na extensão da vida.

Como no “hoje” só resta os fogos da mídia frenética política pirotécnica, têm santos juninos desses partidos incendiários, cegos analfabetos por conveniência a querer comprar nossa consciência eleitoral com o folguedo palanqueiro, do São João “santarrões atemporais” antamegalomaníaco improbus visando o dinheiro público, uma bomba mesmo ao dar chabu nas promessas anunciadas pode matar de susto os eleitores desatentos para o mal dos candidatos “urubus” politiqueiros utópicos em suas eleições via Parque de Exposição.

Ao término desse combustível linguístico imagino quanta prenhes de filhotes putativos ejaculados por candidatos das diversas categorias de mães chamadas greves, tais que, cobrarão pensão alimentícia política eleitoreira da paternidade do Prefeito José Carlos Moura, pelo fator genético do tudo, ser responsabilizado, aprisionado na camisinha da lei fiscal, fadado ao aborto um feto que não nascera pela improbidade administrativa. Quando morre da memória para o folguedo dos “urubus” mortualhas tudo que se construiu a favor dos munícipes, aí nasce os algozes aplacadores, aleivosos, prósperos em nulidades, sádicos em transformar o óbvio em carniças, para seus banquetes falaciosos.

Por Euélio Rios            

WhatsApp
Facebook
Email

1 comentário em “MORRE A MEMÓRIA PARA FOLGUEDO DOS URUBUS”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

YouTube Playlist Embed
Traduções
YouTube Playlist Embed

POLÍCIA