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euélio riosUsando o cotonete dos bons costumes a serviço da boa intenção, tirando o cerume das más “interpretações” dirijo-me a todos os mestres com carinho conceituais em suas práticas pedagógicas, que trouxeram inovações, alternativas como por exemplo a dinâmica o que tem equilibrado dentro e fora da sala de aula sua rotina de uma nova didática em grupo, saindo da mesmice da lousa, giz ou pincel anatômico, colocando o alunato às grandes discussões interativas tornando as “aulas” tematicamente mais compreensíveis e prazerosa, se desestressando ao trazer a escola via sala de aula um ambiente mais harmonioso, respeitoso em que “todos” exponham seus pontos de vista, o que fluidifica tornando costumário e harmônico o ambiente de alto astral, que só assime ao fazerem por amor, o que é tão fundamental a nossa carente sociedade estudantil podendo através dos mestres se espelharem em seus conceitos, atitudes como bem estar uma referência para o autoconhecimento.

A sociedade sempre viveu em crise, das suas mais variadas formas na busca da qualidade de vida, e nós atropelamos aos bons costumes, por muitas vezes nos faltar humanamente um referencial, disso desencadeia a crise moral que sutilmente emergem nos lares desde a gestação, influído já na formação tenrra, de filhos colocados à disposição dos malefícios disponíveis a uma sociedade pervertida e imoral, que outorga a escola via professorado a diplomacia de uma verdade nua e crua, a transformar crianças, adolescentes e jovens, parte integrante dessa sociedade hostil, a cidadãos de bem, e que por certo representarão via os bons fluídos dos seus mestres, a resgatar as referencias dos seus legados, tornando uma sociedade amena da crise moral.

Vivemos análoga a moralidade, uma crise hídrica, que também é imoral a atingir as futuras gerações, se é que elas vão subsistir à armas da inanição que haverão a “temporal” sem força empunhar nas mãos um copo ou outro objeto, com lábios ressequidos, de voz embargada inaudível, “estou com sede, dá-me água”. Não podemos desperdiçar o tempo nem as oportunidades, e aqui dedico um paragrafo imputando aos mestres com carinho, no uso da dinâmica fora e dentro da sala de aula o talento e habilidade de serem professores, por que muitas vezes faltou em nossos pais.

Busquem recursos, levem seus alunos a uma discussão em grupo, a cuidar do nosso Rio Catolé, para que só assim, dispusemos a primeiro, despoluir nossas mentes das más interpretações da mídia e de VEREADOR TOSCO LIBIDINOSO MASTURBATÓRIO PROCESSADO DE PLANTÃO, quando do meu desabafo, e aqui peço perdão; mas que de fato nos ensine mesmo na ociosidade ou na reivindicação a dinâmica de despoluir o nosso alunato Rio Catolé “ressuscitem suas histórias doem vida” Cristo já pagou o preço como remuneração em seu sacrifício abnegado, uma verdade nua e crua.

Euélio Rios

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