Com a PEC que congela os gastos do governo, incluindo os investimentos, por 20 anos, Temer teve que tirar verba de algum lugar para cobrir o rombo da desoneração do diesel, no acordo feito com as transportadoras na fase locaute da greve dos caminhoneiros. A brilhante saída foi enforcar, ainda mais a saúde, a educação e a moradia.
As medidas publicadas no DOU do dia 30, em edição extraordinária, surgiram as medidas de destruição dos investimentos sociais. Ou seja, quem vai pagar a conta são os mais pobre, aqueles que dependem exclusivamente dos serviços públicos do estado.
No total, foram extintas mais R$ 1,2 bilhão de recursos nas áreas de educação, saúde e moradia, para cobrir a conta do desconto do diesel e proteger o mercado financeiro, mantendo Pedro Parente e a política estúpida de preços dos combustíveis.
O governo também vai usar recursos de reservas de contingência que não estavam sendo usadas porque extrapolam e emenda do teto dos gastos, no valor de R$ 6,2 bilhões, bem como uma outra reserva de capitalização de empresas públicas: R$ 2,1 bilhões.
Outra origem de recursos será a reoneração da folha de pagamentos de 39 setores, tirando mais de 13,5 bilhões do mercado, apenas em impostos, o que deve impactar diretamente na dinâmica econômica e no crescimento do PIB. O resultado será menos emprego gerado e mais sacrifícios da sociedade, tudo em nome de manter os lucros do mercado financeiro com a Petrobras.
Fonte: A postagem













Bem feito para quem votou em Dilma, eu me lasquei sem ter culpa.