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O irmão do senador derrotado, Magno Malta (PR), Maurício Malta, acaba de ser demitido da Empresa de Planejamento e Logística (EPL). A demissão faz parte da “faxina” que parte do núcleo militar do governo de Jair Bolsonaro (PSL) pretende fazer no ministério dos Transportes, reduto histórico do Partido da República.

A demissão foi informada no fim da manhã desta quarta-feira (30/1), pouco depois da primeira reunião do Conselho de Administração (Consad) da empresa no atual governo. Tanto a nova formação do Consad quanto a ata da reunião ainda não foram publicadas. O salário do comissionado era de R$ 29 mil.

Maurício, logo após a eleição de Jair Bolsonaro, contava com o apoio do atual presidente. Ele, inclusive, chegou a ser nomeado assessor especial da transição. Na sequência, porém, resolveu passar 20 dias na Europa às custas do dinheiro público. Segundo o portal da Transparência, ele gastou ao menos R$ 50 mil na viagem.

O irmão do senador, que não se reelegeu nas eleições de 2018, deveria ficar à disposição de Bolsonaro e assessorá-lo na área de infraestrutura durante a transição. O funcionário comissionado, contudo, preferiu ir a Roma. Procurada, a assessoria de imprensa da empresa disse que ainda não teve acesso à ata da reunião desta quarta e, portanto, não poderia comentar a demissão. O senador Magno Malta não respondeu às ligações da redação.

Com informações da
metrópoles

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3 comentários em “IRMÃO DO SENADOR DERROTADO, MAGNO MALTA É DEMITIDO DA EPL”

  1. Se ferrou, vc que fala do PT, seu irmão usando dinheiro publico para viajar, e agora, seu Malta???? Fala alguma coisa, homem

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