O ex-assessor Fabrício Queiroz, peça chave no caso de corrupção envolvendo Flávio e o clã Bolsonaro, além de se encontrar sumido, levantou mais suspeitas com a sua internação no Hospital Albert Einstein com pagamento em dinheiro, no valor de R$ 64,6 mil.
Queiroz foi internado no dia 30 de dezembro, permanecendo no hospital até o dia 8 de janeiro, cuja a conta cobrada foi de R$ 70 mil, pelo tratamento de câncer. Após acordo para desconto, o valor saiu por R$ 64,6 mil.
O PM aposentado é pivô da investigação do Ministério Público do Rio contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente. A apuração começou após um relatório do governo federal ter apontado a movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz de janeiro de 2016 a janeiro de 2017.
Pagamentos em dinheiro vivo são, geralmente, utilizados para camuflar a origem, fugir da receita federal e da justiça. Sendo a única modalidade em que o sistema financeiro não tem controle sobre o fluxo de capitais. Daí, casos como as malas de dinheiro no bunker do Geddel continham dinheiro vivo em diversas moedas.
Fonte: a Postagem
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E Zé Carlos Moura pagou Qt na época q ficou internado em um dos melhores hospitais de Salvador?
Bicho idiota é pobre, porque além de aplaudir o político ladrão, ainda acha normal se um fazer merda todos fazerem. Acorda trouxas! Bolsonaro foi expulso do serviço militar, portanto não prestou pra ser nem um militar, como vai prestar pra ser presidente. A realidade é que tomou todo mundo no cu!