Neste domingo (19) subiu para 636 o número de pessoas com Covid-19 em Itapetinga. Sem explicação junto à comunidade nos meios de comunicação, o prefeito Rodrigo e o vice Renan Pereira estão calados.
Nem ao menos a dupla foi ao rádio para dizer à população o que está fazendo com tanta verba que a prefeitura vem recebendo para ser utilizada no combate ao vírus no município.
Quando por um erro imperdoável a gestão divulgou de que Itapetinga estaria sendo uma “cidade referência”, o gestor a todo instante aparecia em lives; sem resultados eficazes no combate ao vírus no município e inúmeras reclamações da população, o prefeito e o vice se calam.
Recentemente um enfermeiro morador do distrito de Bandeira do Colônia denunciou a falta de assistência a um morador infectado.“Isso é um descaso o que tá acontecendo com rapaz, o rapaz está desassistido. Pegar o paciente e deixar isolado desta forma que tá e não dar assistência, é desumano isso aí”, relatou o profissional. Lastimável que Itapetinga tenha uma gestão tão incompetente assim.
Por Roberto Alves













É só ficar em casa, usar máscara e álcool gel. Mas a população prefere ficar bebendo ” escondido “, isso foi efeito São João. Nunca vi tanta fogueira na cidade. Mas a culpa tem que ser de alguém, né? Autoresponsabilidade só assim diminuirá os números.
O tão decantado Decreto Municipal para conter e frear os avanços da pandemia do covid-19, parece que só surtiu efeitos positivos no blog oficial da prefeitura, aonde o desprovido de pelos capilares se esforça ao extremo para bajular o mandatário. O tal Decreto nada mais foi, senão uma peça publicitária ridícula, tão inconsistente que o prefeito precisou pedir socorro ao Governador, como que dizendo: “Governador, não me deixe errar sozinho, me dá um socorro pois eu tô perdido.” Durante o decreto, de faz de contas, supermercados de amigos do rei, que deveriam fechar às 16 h, fechavam às 18, e até as 19 h. Deveriam fechar aos domingos, mas não respeitavam e abriam. Bares e botecos dos igualmente protegidos, fechavam a porta da frente e faziam ajuntamento e aglomerações com bebedeiras, som alto, desrespeitando quem queria ter paz e se proteger do vírus. Sem contar que, em inúmeros casos a Guarda Municipal foi acionada e não comparecia aos locais denunciados, e até houve casos em que um poderoso aliado de plantão, em flagrante descumprimento ao “decreto” mandou os Briosos agentes da GCM se retirarem do local, o que foi lealmente cumprido e a baderna continuou. O resultado disso¿ Ah, vamos ver o resultado disso:
Dia 02 de julho, o dia do decreto;
417 Casos Confirmados
11 Óbitos
319 Casos Ativos
518 Casos Monitorados
37 Casos Suspeitos
No dia 20 de julho, após 17 dias de recolhimento;
655 Casos Confirmados, Aumento de 238 casos, ou seja: 14 casos/dia de confinamento
20 Óbitos
200 Casos Ativos
597 Casos Monitorados
147 Casos Suspeitos
Como o vírus só se manifesta no organismo humano após o quinto dia, vamos aguardar uma explosão de casos, ou então a gestão deixará de testar, aliás, como já vem fazendo, para maquiar e mascarar a realidade.
Como se pode ver, e a frieza dos números não me deixa mentir. A inexperiência, a imaturidade dessa equipe e principalmente do neófito prefeito, deixa a cidade acéfala, sem rumo e sem norte, todo mundo manda, ninguém comanda e tá todo mundo perdido. O prefeito finge que manda, e o resto finge que obedece, e assim caminha a comunidade, sem saber o que vai acontecer amanhã. A frase mais plausível para nos apegarmos, é: O FUTURO, AH O FUTURO A DEUS PERTENCE. AMÉM