2 de fevereiro, 2026

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MORRE A MEMÓRIA PARA FOLGUEDO DOS URUBUS

euélio riosNas minhas viagens linguísticas até divago nos devaneios da utopia, pegando carona nesse trem gramatical do ler e escrever, abrindo a visão chego a estação do que e factível e tudo se torna real; é como trazer lubrificação mental para os nossos neurônios a incitar a hipófise ao rumo das habilidades a sairmos do comodismo do agir sem pensar a matar a memória.

Como ser pensador valorizo a minha existência abastecido do combustível do intelecto, a que me transporte nesse veículo do reconhecer para que eu, “nos” cheguemos a algum lugar ora, no que me proponho, convicto de que cegos são os analfabetos por conveniência em não querer enxergar na sua insensatez míope, partidários facciosos quando não fazem a leitura visionária dos fatos reais, o que em linhas “GERAIS” me solidarizo com a família e parabenizo ao pensante José Carlos Moura que ainda em vida brilhantemente anteviu essa homenagem que nas “GERAIS” das olimpíadas da vida, foram os anéis mas ficaram nos anais da nossa memória os dedos como lauréis a segurar, apontando o troféu da sua história que em “GERAIS” não morreu.Continue a ler »MORRE A MEMÓRIA PARA FOLGUEDO DOS URUBUS

ENAMORAR, É DEIXAR-SE POSSUIR DE AMOR!

euélio riosPretenso nas minhas reflexões, penso que não se pode mensurar, de difícil compreensão a absorção no ato do enamorar, pois todo mundo é composto de mudanças buscando na evolução sempre novas qualidades. Esta é uma razão da mutualidade no namoro, de que ao mudar os “tempos” mudamos as nossas vontades, qual a de irrigar-se no verdor do namorar até com o derramar do pranto pelos olhos do coração, forjando com o calor do sentimento a entesouramos a jóia do amor, como fogo que se derrete em paixão e arde nesse ato absorto de doação ao entregar-se sem se ver na predisposição recíproca que torna dois seres igualmente fundidos na busca dos interesses da felicidade um do outro, felicidade que extasia até suprime a sonoridade do coração sem querer, a que o outro ouça, então adoce seus lábios no favo do mel possuído na colmeia desse amor e diga ao silêncio da sua timidez a todo pulmão, eu te amo!Continue a ler »ENAMORAR, É DEIXAR-SE POSSUIR DE AMOR!