16 de agosto, 2026

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ROBOT HUMANO “GERA” FILHOS CIBERNÉTICOS

euélio riosA falta de atenção e do diálogo na família têm causado silenciosos conflitos e bloqueio mental, pois pais estão trocando a educação, dando autonomia aos filhos com recursos tecnológicos sem limites, se consumindo sem reflexões com ideias mais absurdas iniciando um beco sem saída na desconstrução da célula mater da sociedade “ainda” denominada família. Como pimenta no zoio dos outros não e colírio, então quem haverá de salvar, abrindo os olhos dessa geração apimentada ardilosa tecnologicamente se o contexto ético e moral, permeia os caminhos obscuros dessa caixa preta planetária dita internet?Continue a ler »ROBOT HUMANO “GERA” FILHOS CIBERNÉTICOS

QUEM AVISA AMIGO QUER!

euélio rios 2Quando exercitamos a imaginação, podemos voar ao longe, usando nossas mentes e mãos, podemos também mudar o que está a nossa volta, basta usarmos de sabedoria e inteligência para influenciar outros a reconstruir uma sociedade, um mundo melhor, desfrutando de todos os componentes da natureza: luz do sol, solo, água, ar, animais e das plantas, que são recursos naturais para a sobrevivência das espécimes.

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O BRASIL QUE NEGA SER NEGRO: UMA HISTÓRIA DE RESISTÊNCIA

tales pitaO dicionário define resistência como ato ou efeito de resistir; Força que se opõe a outra, que não cede. Eu acrescento: é ser negro no Brasil. Afirmo isso, pois nosso racismo é o mais cruel, é politicamente incorreto, onde o racista só se surpreende com o racismo do outro. No Brasil, até quem se coloca contra certas atitudes racistas, não sabe ou finge não saber, como o racismo age. Racismo é um sistema de opressão que nega direitos, vai além de ofensas. Segundo o Kabengele Munanga, antropólogo, Doutor em Ciências Sociais, “o racismo, no Brasil, é um crime perfeito porque quem o comete acha que a culpa está na própria vítima, além do mais, destrói a consciência dos cidadãos brasileiros sobre a questão racial. Esse maldito, o racismo, é quase um ser vivo, pensante, vil e maleficamente inteligente. Desenvolveu formas inimagináveis de atualizar-se e continua construindo a lógica de suas senzalas e pelourinhos no quartinho da empregada, no subemprego, na subhabitação, no dito moreno destruindo, pelo embranquecimento, a natureza bela do NEGRO. Mas esse mal não foi criado por nós. Tem suas origens em nosso passado colonial, no eurocentrismo, nas teorias criadas para legitimar a coisificação de homens, mulheres, crianças, comunidades inteiras, escravizadas, humilhadas, desumanizadas, mas não destruídas.Continue a ler »O BRASIL QUE NEGA SER NEGRO: UMA HISTÓRIA DE RESISTÊNCIA