Tempos bons que não voltam mais, saudades dos meus dias de criança, quando sumariamente tomávamos banho nas bicas das primeiras chuvas das nossa provinciana rural Itapetinga, verdadeiramente molhava a terra, quando os buracos do nosso chão formavam poças d’água, que sem as reclamações vigentes, os Lava-bundas em seus bailets afrodisíacos, “libelulavam” um sobre o outro, como se fora um sumário e gostoso banho de bica, com suas transparentes asas sem medo de serem felizes, talalavam-se não se banhando, mas refrescando onde a bunda as poças d’água, como verdadeira libélulas; nome que com o passar do tempo mudaram cientificamente a minha ingenuidade e inocência de criança, criança hoje, que não mais aprecia as libélulas mais que aprenderam o bailet, periguete frenético, de gerar outras crianças. Só me resta saudades dos meus bons tempos de criança!Quando a chuva inundava o nosso catolé, e que hoje como pudibundo resta contar as historinhas bicames, como a do casal de velhinhos que não perdera o hábito de tomar seus banhos na bica, que ao se banhar, imitava sem os escorregões frenéticos o bailet das libélulas, o mesmo que lava-bunda; Alias uma filha de governador pinoquiana, que abunda em sua achicana deslavada, conclamou povo brasileiro, Nordestino, Itapetinguense sei Lá, a não lavar os cabelos… Economês d’água? Mas aí sem, ou com o shampoo do simacol debochante, imitando a nossa câmera da inveriância, contrário ao funcionamento do SAAE, que sem água no cântaro dessa Cantareira e sem chuva não mais tomaremos banho de bica, restando o desejo frenético de imitar as libélulas, que na minha inocência científica não passa de lava-bunda, que diante de toda sujidade Irracional, por certo surgiram vírus bacteriológicos dado ostracismo legislata, deslavado, doentio sobre a sociedade, quando tais arredis visam o lucro eleitoreiro em suas discordâncias contagiosas que nem a classe médica neuropsiquiátrica detecta, um paradoxo que já estão chamando “ periguetês” da câmera, tranca pauta, tranca rua, por só gerar espírito pobre dada confusão ao descer quadrado o pontual ajuste tarifário em suas guelas parasitárias, digo partidária abaixo, as garrafinhas de água benta do SAAE.
Saudoso fiquei por não chover bom senso no provinciano curral, dada a discussões estéricas, animalescas no plenário da câmera, para que “nós” ultrajados das boas discussões, desnudo sumariamente lavássemos “nossas” caras, desavergonhadas na bica e que nessa falta desequilibrada, descompostural, sem domínio próprio, formando poços de nódoa religiosa, se deslavando de Cristo, supostas “cobrinhas cristãs”, nãos sei como se lavarão ou se inspirarão nas nobres excelências das libélulas o mesmo que lava-bunda, para que também na higiênica limpeza da língua, desses agentes, venham abaila o clarear pautando discussões sérias sobre os veios e filete do nosso ainda perene, descandaloso, vaso sanitário, inclusive dos, e da câmera de vereadores, chamado Rio Catolé. Catolé que significa ou insignifica fruto de uma palmeira, o tal côco, mais o que temos visto boiando no seu leito fecal, como, é mais um pinicão decantador de cocô massificado mesmo, fruto do descaso descascado que permeou a velhice política profissional falaciana, como também vereadores que eu nãos sei se bailam de libélula ou lava-bunda em seus poços ou piscinões refrescantes salariais.
Mas desprezando a farmacopéia médica neuropsiquiátrica, como fitoterápico cristão, recomendo umas garrafinhas de chás extraídos das folhas santa da Bíblia, com a água da fonte da vida, como um santo remédio moral e salvífico que médico comum não receita, um atributo do doutor Deus, não importa a psicopatia, através do receituário escrito das veias filetadas de Cristo, só assim os, as, santas “periguetês” da inveriânça, não mais desce quadrado, e sim, subam redondos para o céu saciando suas sedes eternas, Lá não tem poças nem pinicão, e sim, rios de água viva por tanto sem libélulas ou lava-bunda.
Por Euélio Rios












Seu escrito deu um tapa na orelha dos hipócritas meu amigo Euélio. Parabéns muito bem fundamentado