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euélio riosNão serei pretenso sábio ou idiota ao proverbializar de que por traz de um grande homem tem sempre uma grande mulher, mas opto pelo idiota do meu sábio êxtase ao velas desnudas dessas simetrias ao desfrutar frente à frente dos seus côncavos e convexos sendo mulheres sapientes, intelectivas a engendrar esse encaixe perfeito na completitude fundente de uma “só carne”, uma geometria que interfere na fisiologia quando não nos permitimos ter segredos para com a nossa própria mulher, pois ao sermos desmascarados, somos espremidos pelas suas formas e curvaturas (geometria simétrica corpórea) nos levando a gemer sem sentir dor (fisiologia, funções orgânicas) nos revelando uma verdade “nua e crua” em que suas vestes nupciais são atiradas ao chão do pudor, porque na recâmara dos nossos desejos incontidos, ver nos ser mulher, também um cabide de vicissitudes transformistas sensuais, onde se despe da roupagem da paixão, um amor devoluto como a de uma costela ao seu “Adão” preenchendo os espaços vazios, desde a formação do mundo.

Aliás, dizem que o primeiro sono tranquilo do Adão, também foi o último, pois ao acordar tinha uma mulher fogacho ao seu lado, um álibi usado pra desculpa do “Adão” bom de cama, sem saber que a mulher que ama sobre toda suas formas transforma o mundo, é por isso que, na “insônia” do Adão ao lado da sua Eva a população se multiplica: Ah! descobrir uma das tantas virtudes da mulher, a inocência, dizem também o que faz chegar a maturidade; e quando seus sapatos começam a incomodá-la mais do que os homens, aí, nesse contrassenso extrai os homens da suas vidas como se fossem “calos no sapato” substituindo-os como nas vitrines do Sex Shop, na renovação de suas fantasias como uma fonte do saber ao que se “lavar tá nova”.

Mulher, obra prima de Deus, aludida a uma costela do Adão da recriação, talvez, por isso se tornou um osso duro de roer dada a desobediência herdada desde o Éden em vislumbrar o consumismo sedutor de querer provar de frutos proibidos na bandeja do pecado. Mulher, sexo frágil – uma mentira cabeluda, mas nada que o depilador moral não possa aparar tais arestas da pelugem a mostrar as verdades, mesmo caindo na lábia galante da serpente, o pai da mentira quiçá daí se instituindo o primeiro de abril, homenagem enganosa a maçã do amor – fruto que não existiu, usado como meias verdades pra fazer a cabeça do Adão, origem dos “galhos” da árvore desse nefasto conhecimento, como o primeiro ornato de traição que surge como herança maldita edênica, quando Deus misericordioso lhes veste com a roupa branca do perdão, uma fonte divina que ao lavar, aí sim, tá nova e só assim nos rendemos ao seus pés.

Mulheres por possuírem verdadeiramente a maçã do amor – fruto hoje, de uma mentira lavada, tratada por Deus, retratada nas minhas meias verdades cômicas deslavadas. Obrigado mulher, por você ter gestacionado, colocando filhos como frutos dos quais sou parte, povoando o universo, sendo uma árvore frondosa de amor no reconhecimento de Deus e de nós homens; Saiba mulher, não foi de um salto, “e dos seus sapatos calosos altos” que grandes homens chegaram ao cume do êxito, mas coadjuvados, aí sim, por grandes mulheres sabias, dadivosas, trabalhando e velando enquanto fracassam os dissolutos inoperantes que dormem o sono da inércia masculina. Parabéns mulher! continue sendo maçã do amor! essa fruta palatável no espaço gourmet de nós héteros.

Euélio Rios/Fruto dessa comicidade feminina

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2 comentários em “MULHER! CÔNCAVOS E CONVEXOS DA PERFEIÇÃO DE DEUS”

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