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euélio rios 2Toda autoridade emana e é instituída por Deus, só homens de bom caráter conseguem respeitar os ditames das leis; o principio da obediência está no conhecimento, o nércio sem temor são os que vivem no regime de anarquia buscando desestabilizar todo o princípio ético e moral das leis um desserviço à cidadania comprometendo a governabilidade, inclusive os ultrajes ao governo municipal de José Carlos Moura.

A desobediência as leis e ao princípio da autoridade significa a desgraça da humanidade, pois estão suscetíveis a maldição, um ponto inegociável determinante para o futuro dos seus ensejos ou ambição, é também um teste de fidelidade para os que se arvoram de espirituais, pois Deus, expressa a sua vontade através da (s) lei (s) que é boa, perfeita e agradável. É como diz o Canon sagrado, a desobediência é igual ao pecado de feitiçaria, pois é melhor obedecer do que o sacrifício, uma tormenta que tem levados os arredis a perda da paz.A crise da desobediência sempre é um tragédia e isso modernamente com os subterfúgios da “sub-lei” tem se tornado cada vez mais evidente com o calhamaço de recursos “jurídico” a beneficiar os foras da lei, infratores que são envoltos em criar mil maneiras de burlar as próprias leis, pisoteando os princípios da ética, moral, honestidade, bons costumes e os etc…

O homem quer possuir a “liberdade absoluta” a liberdade de fazer o bem e o mal, sem sofrer consequências em que ao usurpar para si o poder, como tentou o lúcifer a tirar Deus do seu trono, criou–se assim um regime de anarquia como ausência de um governo central; por outro lado, incorre na anomia que é a ausência descaracterizada das leis, o que impossibilita o desfrutar ate pela inobservância, o benefício da lei da natureza pois tudo o que semearmos, certamente colheremos.

Tenho observado que na propaganda eleitoral, muito mais como fariseu um candidato se apresenta como único cristão evangélico (Lucas 18.9 a 14) numa arrogância típica dos religiosos que bate no peito a desconsiderar outros credos (Mateus 7.15 a 23) contrariando a própria constituição, quando se pronuncia a liberdade religiosa além de uma afronta, como bacharel em teologia, a nos ensinar que os irmãos católicos e os espíritas também são cristãos por que apregoam o nome santo de Cristo, e que muitos indiferentes dos que se dizem evangélicos, fariseus, herdarão o reino dos céus.

A única condição para ser salvo é reconhecer-se pecador e arrepender-se como fazem os publicanos de outros credos; as pessoas que se consideram “justas” fariseus religiosos jamais estarão posicionadas para entrar pela porta da “misericórdia”; esvaziar-se de si mesmo e ser pobre de espírito constitui a preparação fundamental indispensável a se receber a graça de Deus, inclusive ao pleito eleitoral vitorioso: ser propício a mim, pobre, miserável, pecador, disse o publicano.

Euélio Rios

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