Depois do lacto-purga a pressa me fez chegar ao sanitário, que nos contratempos do exercício da função fisiológica, não tive tempo nem de fechar a porta, qual entre aberta de longe pode ouvir também o som da televisão, já não estava tão só; ufa!
Que logo numa inusitada coincidência num doloroso comercial o cancioneiro popular sertanista, ruralista, pecuarista, sei lá; com seus olhos azuis sem ter nascido pra lua e sem perceber, o meu ardor propagava duplamente com seu filhão que a solução da dor e tomar “Apracur pra curar”, no meu caso tomei assento no vaso sanitário, substituído pelo retrógrado pinicão outrora dos tempos dos bufas contemporâneos ao meu avô.Mas pra curar minha diarreia, era vaso sanitário mesmo! para os puritanos “merdievais” aos meus ejaculos gramaticais, leiam-se indisposição estomacal, daí, ao som do fole do Luiz Gonzagão, haja pum! haja pum! haja pum! perambulando com o grafite na escrita desse meu papelão, no epitetismo do prefaciar do supra-dito tentando deixar as coisas velhas para trás que não é só as do ato das caganifâncias, quais tais, já estão como cegos em seus “tirocínio” político a acertar o próprio pé ou saindo pela culatra ressuscitando ou suscitando os velhos desenganados pinicões como dimensão de um mote partidário para campanha de 2016.
Um borrão merdívoro que papel tipo dos santinhos políticos, passados em algum lugar não ficarão limpos; mas eis que tudo se fará novo, como não tem crime perfeito, exemplo: gastança do erário público sem prestar contas, um ralo a serviço deste esgotão descorrido um pinicão político como desserviço a Itapetinga: procura-se pra curar através do ardor profissional um Sherlock Holmes cabendo a nós inteligentes eleitores, que em papéis velhos amassados jogados no cesto lixoso do tirocínio político que queimado em suas exacerbadas pretensões assim como no filme golpe de mestre, aparecerão em sombras investigativas nas grafias, vestígios, assim como prova nas urnas das frustrações dos besouros rola-bosta nos buracos negros, pinicões afunilados, arredondados, mas que quadrados administrativamente, tais quais rapaduras decantadas como estrume dessa cana provinciana outrora oferecida a certos eleitores como caldo turvo politiqueiro repetido, derrotado amargosamente raivoso, que difícil pelos inteligentes, de tragar, servido no cálice obscuro sem a suposta transparência contábil, mais um borrão “merdívoro” que por essa e tants outras “cagadas” no tirocínio da dimensão política BrasiS a fora e a dentro, deixaram rastros odoríficos do “velho” PMDB no ar.
Quanto ao novo? Sucitirá um rebento das entranhas moral nascido da madre itapetinguense geradora de frutos, assim de tino profissional um Sherlock Holme de caráter ilibado maturado, sem as máculas dos borrões políticos profissionais.
Não será um Júnior qualquer em sua pequenez vivencial, manipulado por um pai-avô; quanto ao novo? Não colocaria a minha reputação como um simples remédio “Apracur pra curar” inclusive a dor do “C’U’tuvelo” de muitos, quando a verdade é que as vitórias trazidas pelo Dr. Roberto Júnior, foram constante, um nobre de currículo acadêmico invejável em não ser um office-boy recadista advocatício, sempre se dedicando a esclarecer mistérios ou crimes que pareciam impossíveis de resolver, que ao elucidar, trouxe paz, confiança e segurança à nossa comunidade e região itapetinguense, uma cidade pólo que o aprovará querendo Deus, como um prefeito “faro-fino” a investigar e identificar e suprir nossas necessidades junto ao governo federal e estadual.
Euélio Rios/Cabeça, tronco, membro e cabo eleitoral












É o punição de Michel