Teca Santos – 9 de março às 22:42h. Ainda da série, “diz ser cria …” , como uma itapetinguense, postei uma lembrança de COLÓ (meados e finais dos anos 70), uma pedinte cujo nome, até hoje, não sei. Não sei nada da história daquela senhora suja, maltratada, de olhos remelentos e miúdos.
Não sei. E esse não saber, às vezes, me toma um tempo, especialmente nas noites insones, com perguntas típicas de um desses programas globais: Quem era? Onde vivia? Por que chegara aquela situação? E, nós… crianças sendo crianças, retirávamos daquele espectro humano a inspiração para compor textos melodiosos tipo: “Coló quebrou a perna… eu também quebrei a minha, Coló colou com goma… eu coloquei foi com farinha! Cantados repetitivamente.
E você, Coló, só queria um lugar para descansar. Embora, você faça parte da minha história. Este texto é uma homenagem e um atrasado pedido de mil desculpas pela minha inocente estupidez. Descanse em paz, querida! Nunca saberei seu nome, mas isso não é importante. Era uma mulher. Isso me basta!
Terezinha Oliveira Santos,
professora da Universidade
Federal do Oeste da Bahia-UFOB













Como assim? Manoel Neto, meu amigo, explica isso direito.
Que história é essa?
Ué, falou, falou e não disse nada. Plágio em que? O texto de autoria dela foi reproduzido, replicado, plagiado onde? Ficou sem nexo, mal explicado.
Assim como você plagiou o bordão diz ser… Larga de vaidade moça, você como professora deve muito bem saber que o conhecimento é algo a ser repassado, que plagio nem nada, vi e aprendi sobre colo em tantos posts aqui no Facebook, processa então todo mundo. Fiquei feliz em conhecer a musiquinha de colo que eu nunca sabia ter existido, pois não nascir nessa época. Coisa feia, tantos professores meus e amigos contaram sobre ela, ou será que ela cantava essa música só pra vc? Foi vc a criadora da musiquinha de colo? Está registrado em que cartório. Aff gente leiam mais paulo Freire obrigada a todos os professores e amigis que postaram no Facebook. Ainda estou concluindo meu curso de pedagogia na UESB, mas em cidadania eu já tenho PhD desde que nasci. Se foi ibope que vc quis teve, pronto ficou famosa!kkk
Que absurdo!Apropriação indevida da sua idéia, da sua memória afetiva.
Mas rapaz, plágio é crime! Teca não estaria mentindo.
Quem não tem criatividade, inteligência e bom senso só pode plagiar os outros. Somente vc Terezinha Oliveira Santos os tem por natureza e por isso consegue expressar tão bem os seus sentimentos. Vc é tão admirável que é digna de ser plagiada.
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10210854448506453&id=1508963768
Essa é minha amiga Teca Santos.
Nem soube plagiar, fez um texto meia boca com poucas palavras mal florestas.
“Conhecimento é algo a ser repassado”, mas, como acadêmica que sou e como você também é, Maria Chaves Dias, devemos saber que os nomes dos autores devem ser mencionados quando utilizamos de suas ideias, de suas criações, de suas teorias, de suas pesquisas… O fato de o Sr. Manoel Neto não ter repassado a publicação da autora na página do Facebook e utilizar a ideia como se fosse dele não o exime de plágio, muito pelo contrário… É muito mais sério!!!
Observe, Maria Chaves, que não há na reclamação postada pela autora de que houve plágio da “musiquinha”, a qual, como você disse, era conhecida por quase todos de uma época.
Mas, diga-me uma coisa, por que você acha que o Sr. Manoel Neto não explica aqui essa situação? Estou curiosa…
Quem conhece sua linguagem, Terezinha, sabe que foi você quem escreveu o texto em que relata com sensibilidade a sua experiência e também a experiência coletiva desse convívio espectral com Coló… sim, é uma memória coletiva, percebi pelas identificações nos comentários, mesmo os incoerentes. A memória é coletiva, mas o texto é seu, com seus traços linguísticos e ‘performativos’; portanto, acredito que, mesmo que a identificação exista nesse nível extremo, a autoria deve sempre ser respeitada, sobretudo quando há históricos de tentativas de silenciamento de vozes como a sua, enquanto mulher negra. Desse modo, mais do que válida é a sua reivindicação.
Me lembro de Coló, eu morei perto da casa dela, no primavera, todo dia eu ia comprar leite e passava na frente da casa dela. Doce infância!
Como isso tudo aconteceu?
Teca mais que coisa louca.
Engraçado… onde fica meu direito se posso cobra-lo? Assim assusta-me a a condição em que a senhora Maria se coloca em defesa do criminoso e plagiador. Sabemos que o “conhecimento é para ser repassado”, porem se apropriar da ideia alheia constitui crime. Se esta senhora já passou por uma academia ela deve saber que ao utilizar um ideia alheia, devo citar o seu pensador. Faça me um favor!!!!
A cada um a sua criação. Para que se apropriar do que não é seu? Se você não é o autor, dê os créditos a quem fez o texto, é mais nobre e justo.
Bela resposta Eliete Oliveira, digna de uma verdadeira acadêmica… será que esta Maria *C*haves *D*ias também é? (rsrsrs)
Reproduzir uma obra ou apenas trechos dela, sem revelar o verdadeiro autor, para não dar créditos devidos pela sua criação, equivale a se apropriar do alheio. O Manoel Neto agiu de maneira deliberada e típica de um plagiador; revelando assim o seu vazio interior de criatividade. Temos que repercutir o acontecido pois a máscara de Manoel Neto caiu. FORA MANOEL NETO!
A2S
Sem nexo, ficou a seu entendimento
Sem nexo, ficou o seu entendimento.
Acho bom é então os copiadores dá nomes aos bois teca dá nome a quem ela copiou a frase diz ser… E manoel neto dá nome ao texto postado. Pronto sem delongas, agora o povo aí já falando de processo de crime e tal… Parece gente querendo um dinheirinho fácil. Vao trabalhar abestados