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euélio riosPelo navegar da canoagem, já se sabe quem vem dentro. Mais uma vez sou devotado aos sábios de entendimento, pois quem é tolo, mesmo devagar no saber, descuidará do andor ao sentir que o santo é de barro, um “bairrismo” sincrético cultural, tradicional religioso que caiu na graça dos baianos e turistas que nessa época visitam Salvador. Só que com seus trajes brancos, denotando pureza em nome da rainha das Águas Iemanjá, mãe dos orixás, foram reprovados ao caíres na desgraça do mar ao poluir com os furdunço das oferendas desprezadas em in-glória quando revolto com suas ondas e marolas, o mar devolve as praias por não encontrar tal endereço da bendita sereia Iemanjá, que pelas sujeiras descritas torna-se maldita pelos banhistas como a rainha do má, muitos até sem cuidado com ardor falatório por saber que por cima os santos se camuflam com os panos mas por debaixo é de barro frágil e pode quebrar em sua sandice ecumênica numa santa querela séptica investido nas contas do sincretismo garantido, devotado por nossa constituição como direito da livre expressão que também uso nessa desdita para despoluir as praias mentais da baianidade, daí, não sejamos incautos como leitores de querer julgar o meu ponto nas vistas como cegueira mental, que ao ser perspicaz deixo subentendido uma realidade do meu, se não, o seu direito de pensar, do ir e vir ao desfrutar das areias da praia sem a poluição dos cacos de barros dos santos que desandaram, não evoluíram em seus milagres do purificar, pois muitas sujeiras deixam no mar.

Já dizem os inteligentes que toda unanimidade é burra, daí, não sendo eu fruto desses filósofos nos meus limítrofes de pensador, diria que pensar aguçado com a inteligência é pensar no bem daqueles que constroem o nosso cotidiano “mundinho” solidário a serviço da despoluição do universo, a menos que nós baiano de todos os santos não se despoluam dos nossos bairrismos cultural em achar que somos a terra mãe, porque lendariamente dizem, Noé o diluviano no monte Ararate abriu as comportas descartou os balaios de sujidade contido em sua santa arca encalhada, o que segundo Cabral descobriu ao portar nas Cabrálias de um porto inseguro e que nós baianos culturalmente herdamos ao imitar cultuando com os balaios “arcanos” o misticismo do poluir as praias com os resíduos que os santos baianos jogam no mar: os rios são tortuosos porque buscam os meios e os caminhos mais fáceis de seguir suas trajetórias.

Muitas vezes pessoas normalmente agem como água, procurando sempre o caminho mais fácil para o seu escoamento, escape como solução; quantos nas “águas” das facilidades buscam resolver problemas, e muitas vezes por causa disso, muitos ignóbeis se atolam na poluição dos “mares” tropeçando em sua sandice nos cacos místicos poluente praianos, sem entender que as ondas em si desandaram, vão e voltam ao desfavor sem fazer milagres purificador ao olhar choroso desse santuário profanado chamado mar.

Euélio Rios
Filho do Santos Tri-Uno Deus!

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3 comentários em “SANTA DE CASA, SEM MILAGRE FAZ SUJEIRA”

  1. A cada texto seu Rios, fico mais fã de sua escrita.
    Um Homem Letrado, só outros letrados que tem a capacidade de entender.
    Esse Denilson aí deve ser uma pessoa de poucas letras.

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