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Nomeação do governador da Bahia deve vir como um prêmio, por experiência de governo, pelos 70% de votos à presidente Dilma no estado e ainda a vitória em primeiro turno de seu sucessor, Rui Costa; segundo o colunista Ilimar Franco, não se sabe ainda a pasta que Jaques Wagner irá assumir, mas com certeza não será a de Relações Institucionais; “Um dirigente nacional do PT diz que Wagner precisa de um ministério que lhe dê visibilidade, pois ele é uma alternativa para 2018”, informa o jornalista
wagnerA nomeação de Jaques Wagner no segundo governo da presidente Dilma Rousseff deve vir como um prêmio, diz um de seus assessores. Além da experiência, o governador da Bahia ganhou mais credibilidade após a vitória da petista no estado, com 70% dos votos, e a de seu sucessor no governo estadual, Rui Costa, em primeiro turno.

Segundo o colunista Ilimar Franco, do jornal O Globo, não se sabe ainda para qual pasta irá Jaques Wagner, mas com certeza não será a de Relações Institucionais. Isso porque, de acordo com um dirigente nacional do PT, o governador precisa de um ministério que lhe dê visibilidade, pois é uma alternativa para 2018.

Segundo os aliados de Wagner, o petista espera que lhe deem uma função diferente do que já tenha feito no governo Lula e algo que lhe dê projeção. “Sua nomeação é um prêmio e não faria sentido fazê-lo com uma fruta bichada”, diz um de seus assessores. Wagner também é cotado para presidir e restabelecer a credibilidade da Petrobras. Fonte: 247

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