De acordo a denúncia que recebemos de moradores do Povoado de Palmares, o local está sem água desde a última sexta-feira. “Arrumou a bomba num dia, no outro, deu defeito e o administrador Carlão está calado e não avisa à população”, disse o denunciante. Ainda de acordo os moradores, só em janeiro para colocar outra bomba.
O Povoado de Palmares não tinha água potável aproximadamente há 60 anos. No primeiro governo do ex-prefeito José Carlos Moura (PT), esse sonho foi realizado. A foto que ilustra a matéria foi exatamente no dia da inauguração do serviço de água encanada direto do Rio Pardo para o Povoado.
Por Roberto Alves













esse Carlão. não administra.nada.só sentado na sala e não toma nenhuma providência. ver se na casa dele fica sem água? êta governo.descorvernado.
carlão,depois que foi trabalhar na prefeitura, esqueçeu os colegas, ou seja subiu para cabeça,larga de ser orgulhoso seu carlão..casa dos outros não é morada,ver o exemplo de alguns secretários.é só quatro anos.
Prefeito fraco demais, Ze Carlos ficou aí o tempo todo, nunca faltou agua aqui pra nós, só foi esse prefetim entrar, começa a dificultar as coisas.Roberto aqui nos estamos jogados, piores do que cachorro, tem um administrador aqui que não sabe administrar nem a casa dele, quanto mais palmares
Não sei se há na população de Palmares “dor ou lágrimas”, para chorar de satisfação e alívio,da saudade da administração do humanista José Carlos Moura, pela água a jorrar nas torneiras…
Mas o que hoje presenciamos são pessoas a lapidar,como característica dos velharia política, em não dar manutenção ao patrimônio que foi construído, em prol de um povo que sofreu aos tres mandatos do velho PMDB, que nada fez pelo município mas que ainda hoje,vive o resquício dessa administração que se segue, a perseguir e sucatear o legado de obras que o José Carlos Moura conquistou, com a ajuda do governo do Estado, e o deputado Rosemberg Pinto.
Isso prova que uma cidade não se administra por meninos vestidos da roupagem de adultos,trajando ainda as fraldas “cocosentas” do velho passado.