O Sindicato Sinditatiba, liderado pelo Presidente Val e sua equipe, mostrou força nesta terça-feria (27), se tornando uma data histórica para a instituição, que levou à Câmara de vereadores mais de 200 servidores municipais totalmente indignados com o Prefeito de Itapetinga, Rodrigo Hagge e com o Presidente da do Legislativo, o vereador Tarugão, que recebeu INÚMERAS VAIAS no evento.
Assembléia extraordinária foi realizada pelo Sinditatiba no intuito de pressionar o Prefeito Rodrigo sobre vários direitos que foram retirados dos servidores, além do tema principal: REAJUSTE SALARIAL. Todos os 15 vereadores foram convidados, porém lá só compareceram 9 – Romildo Teixeira, Valdeir Chagas, Márcio Piu, Diga Diga, Gilmar Piritiba, Anderson da Nova, Nailton Negreiro, Fabiano Bahia e Eliomar Barreira.
Depois que assumiu a presidência do Sinditatiba, o Presidente Val vem tentando abrir mesa de negociação com Prefeito Rodrigo, mas o gestor sempre promete uma solução que nunca chega. “Vamos lutar e discutir um reajuste decente para nossos servidores”, disse Val, no programa ‘A hora da Verdade’ na rádio Jornal ao participar via telefone, logo após o evento.
Com a PAUTA TRANCADA nenhuma matéria será voltada na Câmara, antes que os servidores tenham suas reivindicações atendidas pelo Prefeito. Essa decisão foi tomada pelos vereadores presentes, liderados pelos vereadores de oposição, Romildo Teixeira, Valdeir Chagas, Gilmar Piritiba e Márcio Piu.
Foram cobrados dos vereadores as seguintes pautas: respostas sobre a mesa de negociação; qualidade de trabalho; contribuição sindical anual; cartão do servidor; reivindicar do Prefeito decreto com comissão para elaborar plano de carreira dos servidores municipais; Carga horária dos servidores da saúde e direitos que foram retirados pela atual administração.
O recado do Presidente do Sinditatiba e também dos servidores ao Prefeito, foi muito claro: se a pauta de reivindicações da categoria não for atendida pelo gestor municipal, a classe poderá realizar uma paralisação dos trabalhos e até mesmo uma GREVE, caso o Prefeito continue mantendo sua atual posição de DESVALORIZAÇÃO em relação aos servidores municipais.
Por Roberto Alves











