Um ato, um feito, é fato
Crime de execução
É bala que cheira sangue
É tiro certeiro, irmão
Uma voz pra se calar
Um CANUDOS a inundar
Numa outra dimensão
Nesse Brasil de caboclo
De mãe preta e pai João
Do Massacre de Olivença
Dos Malês, a escravidão
Do poder do coronel
Do combate no Cordel,
Dos conflitos no sertão.
Carajás sempre presente
E Chico Mendes também
Por centenas que se foram
Chamados de Zé ninguém
Mortos pela ação e fala
Só pra ver se o povo cala
A vocês, digo amém!!
Agora e sempre presente
Lutar, para não padecer
Pois Davi venceu Golias
Não se pode esquecer
Marielle foi guerreira
Militante de primeira,
Temos muito a aprender
Autor: Eduardo fiscina











Mestre Fiscina sempre na militância forte. Parabéns pelo texto.