“Tempos bons que não voltam mais, saudades dos tempos atrás”. Esse era o canto jocoso do Lilico, humorista em seu toque “surdo” de um tambor solitário quando verdadeiramente se dizia que a praça era nossa; dada sua apresentação, denota um verdadeiro menino moleque, desligado, sem compromissos, mas que nas entrelinhas diáfonas em sua ingenuidade, deixava suas mensagens protestatórias, “vou tacar o pau na moleira”, tá pensando o que?Vamos acabar com isso! tempos de moleques, capeta na forma de guri, levado da breca; na inocência inconsequente, a molecada aprontava todas. Saudades! será que não volta jamais? Não sei se cresci ao chegar a idade adulta ou se adulto deixa de ser moleque como os capetas em sua forma de guri denotando traquinagem de criança que uso nos termos em epígrafes na minha contestação de eleitor por deixar-me tiririca de vida, quando achicanado pela Câmara dos deputados como se fora moleques guris na diversão desdenhadas em nossas caras, institucionalizando um parquinho na câmara sem pensar o “QUE” do parlamento ao deixar de ser a casa do povo se transformando em espetáculos circense deixando o País na lona, a mercê de um caos institucional, sem compromissos, quando num lampejo o ministro do supremo Auréola em sua retórica ao questionar um repórter, “então tem bandido na presidência da Câmara?”
Eu preferia a etimologia epigráfica, tem capeta em forma de guri, adulto moleque levado a breca na presidência da Câmara? Data vênia, são questionamentos conotáveis pra quem estudou em livros grossos revestido em suas togas jurisprudicionais, o fato e que as instituições, os poderes estão funcionando inclusive o parlamento legislativo prefigurando parquinho de diversão paralisando o País com gracejos ridículos, nessa chicana de gato e rato pra se descobrir quem comeu a maior fatia desse queijo suíço quebrado pelo indecoro como fórmula de raticida, um produto “made in brazil” difícil de exterminar os supostos guabirus: mas o Lilico, sutil, molecoreba, bem humorado com seu tambor não de um toque mais solitário, nem surdo, mas audiente aos ministros solidários, dizem até que a justiça e cega mas não surda, ouviram os reclames da sociedade, optou pelo processo de condenação em seu estado “inocente inconsequente”, PMBD virótico Chikungunya ao contaminar a bancada evangélica ao torna-lo réu como mais um capeta em forma de guri, tais quais, meninos moleques levado a breca em suas peripécias criando um aparente parquinho na presidência da Câmara, que diante de tanto inseticida, repelente de recursos procurou e achou no seu inferno astral, sarna pra se coçar, ao afrontar picando em suas achicanas o executivo e muito mais o poder judiciário, achando que a cegueira do mote jurisconsulto não o alcançaria.
Os ministros do supremo in-memória ao Lilico, rememora sua luta não in-glória, tá pensando o que? Tacou o pau na moleira unânimes e uníssonos acabando com isso! sentenciando a suposta molecagem dessa gurizada encapetada instalada no parquinho, agora da inversão ao mal-prazer da presidência da Câmara, virão tempos bons? Saudades! se nunca jamais elegermos meninos moleques palhaços “nas Câmaras”, ao deixar a nação brasileira tiririca da vida, paralisando com piadinhas a contra gosto, contadas a custo de dólares, já aviltadas em seus salários exorbitantes, uma chicana a trabalhadores assalariados que bancam a diversão dos guris moleques que se divertem com nossas caras no parquinho institucionalizado das “Câmaras” País a fora.
Euélio Rios/Um moleque reverso










